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Calendário de Vacinação - Criança 1 até 14 anos

 

 

VACINAS DE UM AOS DOIS ANOS Dos TRÊS aos 14 anos DISPONIBILIZAÇÃO
DAS VACINAS
  12
meses
15
meses
18
meses
Três
anos
Quatro
anos
Cinco
anos
Seis
anos
11-12
anos
14
anos
postos
públicos de
vacinação
clínicas
privadas de
imunização
 Tríplice bacteriana
(DTP ou DTPa) (1)
    REFORÇO     REFORÇO        DTP  DTPa
 Hemófilos tipo b     REFORÇO              SIM  SIM
 Poliomielite
(vírus inativados)
    REFORÇO     REFORÇO        NÃO  SIM
Pneumocócica
conjugada (3)
  REF                NÃO*  SIM
Meningocócica C
conjugada (4)
        REFORÇO        NÃO**  SIM
 Influenza (gripe) (5)      REFORÇO ANUAL
 NÃO  SIM
Poliomielite oral
(vírus vivos atenuados)
DIAS NACIONAIS DE VACINAÇÃO        SIM  NÃO
Hepatite A 1ª dose   2ª dose              NÃO  SIM
Tríplice viral (sarampo,
caxumba e rubéola)
1ª dose       2ª dose      SIM  SIM
Varicela (catapora) (7) 1ª dose       2ª dose      NÃO  SIM
HPV (8)               Três
doses
   NÃO  SIM
Tríplice bacteriana acelular do
tipo adulto (dTpa)
                REF  NÃO  SIM

* A vacina 10-valente será disponibilizada, ainda em 2010, nos postos públicos.
** Disponível no estado de Minas Gerais para crianças de até dois anos.

 

VACINAS COMBINADAS
VACINA SÊXTUPLA (“HEXA”) O uso da vacina combinada com seis componentes – vacinas contra hepatite B, tríplice bacteriana acelular, contra infecções por hemófilos do tipo b e contra a poliomielite (com vírus inativados) – deve ser adotado sempre que possível, com o intuito de diminuir o número de injeções e reduzir a frequência e a intensidade de eventos adversos.
VACINA QUÍNTUPLA (“PENTA”) O uso da vacina combinada com cinco componentes – vacinas tríplice bacteriana acelular, contra infecções por hemófilos do tipo b e contra a poliomielite (com vírus inativados) – deve ser adotado sempre que possível, pelos mesmos motivos citados para a vacina sêxtupla.


COMENTÁRIOS
1. O uso da vacina tríplice bacteriana acelular (DTPa) é preferível ao da vacina tríplice bacteriana de células inteiras (DTP), pois a sua eficiência é semelhante à da DTP e porque os eventos adversos associados com sua administração são menos frequentes e menos intensos do que os induzidos pela DTP. Além disso, as apresentações combinadas à DTPa permitem o uso da vacina inativada contra poliomielite.
2. As vacinas contra infecções por rotavírus licenciadas para uso no Brasil devem ser indicadas o mais precocemente possível, a partir de seis semanas de idade.
A vacina produzida pelo laboratório GSK está disponível na rede pública, no esquema: primeira dose aos dois meses de vida e a segunda dose aos quatro meses de vida, sendo que a primeira dose não poderá ser aplicada após 14 semanas de vida e a segunda após 24 semanas de vida. A vacina produzida pelo laboratório MSD está disponível apenas na rede privada, com esquema de três doses: a primeira dose aos dois meses de vida, a segunda dose aos quatro meses de vida e a terceira dose aos seis meses de vida, sendo que a primeira dose não poderá ser aplicada após 12 semanas de vida, a segunda após 22 semanas de vida e a terceira após 32 semanas de vida.
As vacinas contra o rotavírus estão contraindicadas para imunodeprimidos.
3. Começar o esquema de vacinação com a vacina pneumocócica conjugada 7-valente ou 10-valente o mais precocemente possível (no segundo mês de vida). Quando a aplicação dessa vacina não tiver sido iniciada aos dois meses de vida, o esquema de sua administração varia conforme a idade em que a vacinação for iniciada: entre sete e 11 meses de idade: duas doses com intervalo de dois meses, e terceira dose aos 15 meses de idade; entre 12 e 23 meses de idade: duas doses com intervalo de dois meses; a partir do segundo ano de vida, dose única, exceto em imunodeprimidos, que devem receber duas doses com intervalo de dois meses entre elas. A vacina 10-valente não está licenciada para maiores de dois anos de idade.
4. A vacina meningocócica C conjugada pode ser aplicada a partir dos dois meses de vida. Recomenda-se iniciar a vacinação ainda no primeiro ano de vida visto a incidência e letalidade maior nessa faixa etária. Como as demais vacinas conjugadas, é recomendada dose de reforço no segundo ano de vida.
5. A vacina contra a influenza (gripe) deve ser aplicada a partir dos seis meses de idade, respeitando-se a sazonalidade da doença.
6. A vacina contra a febre amarela deve ser indicada para habitantes de áreas endêmicas e pessoas que vão viajar para essas regiões.
7. Estima-se que uma só dose da vacina contra a varicela induza imunidade contra a infecção em 70% a 90% das crianças que a receberam, e em 95% a 98%, contra as formas graves da doença. Contudo, não é incomum a ocorrência dessa virose em crianças que já receberam uma dose dessa vacina. Portanto, recomenda-se a aplicação de duas doses da vacina contra varicela, com intervalo mínimo de três meses.
Quando for disponibilizada para uso rotineiro no Brasil, a vacina Quádrupla Viral – constituída pela combinação da vacina tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) com a vacina contra varicela – poderá ser introduzida no esquema de vacinação da criança, o que já ocorre em outros países.
8. A princípio, apenas as meninas deverão ser vacinadas. Sempre que possível, a vacina anti-HPV deve ser aplicada preferencialmente na adolescência, antes de iniciada a vida sexual, entre 11 e 12 anos de idade. Duas vacinas estão disponíveis no Brasil: Vacina Quadrivalente Recombinante contra papilomavírus humano (tipos 6, 11, 16, 18) da MSD, com esquemas de intervalos de 0-2-6 meses, indicada para
meninas e mulheres de nove a 26 anos de idade e a Vacina contra HPV oncogênico (16 e 18, recombinante, com adjuvante AS04), da GSK, com esquemas de intervalos de 0-1-6 meses em meninas e mulheres de dez a 25 anos de idade.

 
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